Encontro realizado em Brasília no dia 30 de abril confirmou o lançamento
oficial de uma nova legenda no cenário político brasileiro. Trata-se do
PMB (Partido da Mulher Brasileira), que ingressará com pedido de
registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O partido, que terá o
número 30 como referência na Justiça Eleitoral, é dirigido no Piauí pela
líder comunitária Ana Paula, com base política no município de
Simplício Mendes e ex-integrante do PT do B. A direção do PMB promete
iniciar as atividades políticas no Piauí em 16 municípios, incluindo a
capital.
As mulheres precisam ocupar seu lugar nas causas sociaos mesmo!
Cada dia a mulher tem novas conquistas!
cidadeverde /veralucia
Rádio Mega Star
quarta-feira, 1 de maio de 2013
1° de Maio em SP tem discursos com críticas à inflação e defesa de Dilma
Autoridades participaram de eventos pelo Dia do Trabalho nesta quarta (1º).
Inflação foi assunto central em discursos de sindicalistas e oposição.
Aécio Neves e Paulinho no evento da Força
Sindical na zona norte (Foto: Caio Kenji/G1)
Sindical na zona norte (Foto: Caio Kenji/G1)
Críticas à inflação e defesa da política econômica do governo Dilma Rousseff deram o tom dos discursos de políticos e sindicalistas durante o 1º de Maio em São Paulo. O senador Aécio Neves (PSDB) disse que o governo é leniente com a alta dos preços, enquanto o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou que Dilma "zela como uma leoa contra a inflação".
A cidade de São Paulo
recebeu dois eventos nesta quarta (1º). O primeiro deles ocorreu pela
manhã na Praça Campo de Bagatelle e foi organizado pela Força Sindical.
Já no Centro da cidade, no Vale do Anhangabaú, a Central Única dos
Trabalhadores (CUT) reuniu sindicalistas durante a tarde.
Um dos primeiros a discursar no palco da Força Sindical, Paulo Pereira
da Silva - o Paulinho da Força, presidente da entidade, anunciou uma
campanha para que salários sejam reajustados automaticamente toda vez
que a inflação alcançar 3%. "Nossos sindicatos, a partir de hoje,
começam mobilizações e assembleias, negociação e greves", afirmou.
Já o ministro do Trabalho, Manoel Dias, que também esteve na celebração,
rejeitou a proposta. "Não considero hoje necessário. Isso pode
estimular a inflação", afirmou. Ele, no entanto, disse não ser contra o
debate. "É uma proposta e as propostas são colocadas para serem
discutidas", afirmou.
Inflação no centro dos discursos
Também no evento da Força, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) afirmou que o governo Dilma Rousseff trata com "leniência" a inflação e que o problema é um "fantasma que volta a rondar a mesa dos brasileiros". O senador é um dos nomes cotados pelo PSDB para disputar a Presidência da República em 2014.
Também no evento da Força, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) afirmou que o governo Dilma Rousseff trata com "leniência" a inflação e que o problema é um "fantasma que volta a rondar a mesa dos brasileiros". O senador é um dos nomes cotados pelo PSDB para disputar a Presidência da República em 2014.
“O governo não tratou com tolerância zero a inflação", afirmou Aécio.
"É leniente desde que votou contra o Plano Real apresentado pelo governo
Fernando Henrique. Não há uma meta real a meu ver, há uma meta
virtual." Segundo Aécio, “a maior das conquistas dos brasileiros está
sendo colocada em risco pelo governo do PT".
As críticas foram rebatidas na sequência pelo ministro-chefe da
Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, que
defendeu o cuidado de Dilma com a inflação. "Não é verdade que a
inflação vai subir. Teve um pico nos últimos meses e vocês sabem o
motivo. A presidente Dilma zela como uma leoa contra a inflação",
afirmou o ministro.
Clima eleitoral
O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, afirmou durante a festa do sindicato no Vale do Anhangabau que há uma tentativa de se criar um clima de que há inflação no Brasil para influenciar nas eleições de 2014.
O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, afirmou durante a festa do sindicato no Vale do Anhangabau que há uma tentativa de se criar um clima de que há inflação no Brasil para influenciar nas eleições de 2014.
"Querer comparar a conjuntura que o país vive hoje, com a de 10, 15
anos atrás é uma questão eleitoral, não uma questão sindical", afirmou
Freitas. Ficamos muito preocupados com determinadas propostas que possam
gerar clima inflacionário. Existe no Brasil uma corrente conservadora
que claramente quer gerar um clima inflacionário para discutir que o
governo perdeu o controle da inflação e usar isso na campanha do ano que
vem", disse o sindicalista.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), também esteve nos
eventos de comemoração ao Dia do Trabalho. Pela manhã, anunciou aumento
de 79,8% do piso salarial dos servidores municipais. À tarde, o prefeito criticou a declaração do senador Aécio Neves em relação à inflação.
“Acho contraditório um pouco o discurso. Os indicadores nossos estão
bem melhores que os deles”, disse em relação ao período em que o PSDB
esteve à frente do país. Ele citou dados como a taxa de desemprego e o
aumento de salário real. “Campanha tem que ser feita durante o horário
eleitoral.”
Outras críticas ao governo Dilma
Ainda em seu discurso, Paulinho da Força aproveitou para criticar o governo da presidente Dilma Rousseff e sua relação com a classe trabalhadora. "O governo Lula tinha todo um atendimento aos trabalhadores. O governo Dilma tem uma relação com o setor patronal. Veja, por exemplo, no caso da Previdência. No ano passado, a Dilma desonerou a folha em R$ 18 bilhões. Enquanto isso, nós estamos reivindicando o fim do fator previdenciário que custaria R$ 3 bilhões. Fica muito claro de que lado está o governo Dilma", disse.
Ainda em seu discurso, Paulinho da Força aproveitou para criticar o governo da presidente Dilma Rousseff e sua relação com a classe trabalhadora. "O governo Lula tinha todo um atendimento aos trabalhadores. O governo Dilma tem uma relação com o setor patronal. Veja, por exemplo, no caso da Previdência. No ano passado, a Dilma desonerou a folha em R$ 18 bilhões. Enquanto isso, nós estamos reivindicando o fim do fator previdenciário que custaria R$ 3 bilhões. Fica muito claro de que lado está o governo Dilma", disse.
Paulinho ressaltou que a Força Sindical não é aliada e nem oposição ao
governo Dilma, mas não está satisfeita. "Como o governo vem fazendo
muito pouca coisa para os trabalhadores e muito para o empresariado,
cabe a nós puxar um processo de crítica e de insatisfação com o
governo." Para Paulinho, o posicionamento de Dilma deve favorecer o
apoio a candidatos de oposição nas próximas eleições.
Sobre as críticas da Força ao governo Dilma, o ministro do Trabalho
disse que a presidente convidou as centrais sindicais para uma mesa de
negociação em torno das reivindicações salariais. O ministro defendeu
ainda avanços trabalhistas conseguidos durante o mandato da presidente,
entre eles a retirada de famílias da situação de miséria extrema, a
aprovação da PEC das domésticas e a política de aumento real do salário
mínimo.
Aécio também se posicionou contrário à presidente Dilma, ao dizer que o
governo de Dilma apostou no crescimento exclusivo pela demanda, "mas
isso tem um limite". "O problema está na oferta. Temos um custo Brasil
crescente com uma infraestrutura em frangalhos, o momento em que mais
precisamos de investimentos. Está difícil avançar porque 65% das
famílias estão endividadas."
O senador Aécio Neves ainda defendeu a criação de empregos mais
qualificados. "Precisamos dar um passo além, criar empregos mais
qualificados. Isso não acontece por causa do sucateamento de nosso
parque industrial. Precisamos de empregos mais qualificados e isso está
contido na proposta que o PSDB vai apresentar ao Brasil."
G1
Dirceu recorre ao STF e pede pena menor por condenação no mensalão
Ex-ministro da Casa Civil foi condenado a dez anos e dez meses de prisão.
Prazo para réus apresentarem recursos ao Supremo termina nesta quinta
Apontado como "mandante" do esquema do mensalão, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu apresentou nesta quarta-feira (1º) recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) no qual pede redução da pena – ele foi condenado a dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa.
O advogado José Luís de Oliveira Lima reivindica ainda um novo relator
para o recurso apresentado, um embargo de declaração (tipo de recurso
usado para questionar condenações no STF). O relator é o responsável por
ouvir depoimentos de testemunhas e elaborar um relatório sobre o caso
que serve de base para o voto dos demais ministros. Desde que o caso
chegou ao Supremo, em 2006, o relator foi o ministro Joaquim Barbosa, atual presidente do Supremo, que pediu a condenação de Dirceu no julgamento do ano passado.
A defesa quer ainda que o tribunal publique trechos suprimidos do
acórdão do julgamento, documento que detalha as decisões tomadas.
No recurso, protocolado eletronicamente, o advogado menciona o voto do
relator Joaquim Barbosa, seguido no julgamento pela maioria dos demais
ministros. Para ele, o voto do relator foi "omisso".
"O voto foi omisso uma vez que diversas testemunhas na ação penal
revelam a existência de dados concretos sobre a personalidade e conduta
social do embargante", diz o recurso de 46 páginas, assinado pelo
advogado José Luís de Oliveira Lima.
Segundo a defesa, existem no processo declarações de testemunhas que
indicam que Dirceu "dedicou a vida à defesa da democracia".
O prazo final para a apresentação de recursos pelos réus termina nesta quinta (2). Mais cedo nesta terça, Marcos Valério e Simone Vasconcelos já haviam apresentado recursos ao Supremo.
De acordo com a defesa, o Supremo não deveria ter condenado Dirceu por
concurso material de delitos (quando as penas pelos dois crimes são
somadas). A defesa alega que, pelos votos dos ministros, houve concurso
formal e que, portanto, deveria ser aplicada somente a pena por um dos
crimes, sendo escolhida a mais grave.
veja também:
PM não tinha como evitar a morte de gerente do BB em assalto, diz coronel
Coronel Sá Júnior explica como o fato ocorreu e como foi a atitude da PM.
O coronel Sá Júnior, chefe da Assessoria de Imprensa da Polícia Militar, afirmou hoje (1º) em debate no Jornal do Piauí, que a polícia não teve como evitar a morte do gerente do Banco do Brasil, Ademyston Rodrigues Alves, 34 anos, durante a tentativa de fuga dos bandidos que assaltaram a agência.
A morte ocorreu após o capotamento do carro usado na fuga, quando encontraram a barreira montada pela PM, na saída da cidade. Ademyston foi executado com um tiro na cabeça quando foi retirado do porta-malas do carro.
Sá Júnior explica que a situação envolvia dois reféns e a preocupação da polícia nesse momento era proteger a vida deles, por isso evitou atirar para impedir a fuga. Porém, após o tiro que executou o gerente, um policial do GATE atirou antes que o bandido alvejasse o outro refém.
"Na hora que eles viram a barreira, o lógico seria que eles se entregassem. Mas não foi isso que aconteceu", disse.
cidadeverde
PT se distancia de Wilson Martins
Não se trata de posição partidária, mas de comportamento de setores
petistas. Lideranças de peso adotam postura de indiferença e até mesmo
de combate ao governo do Estado. A exceção é o senador Wellington Dias,
que faz questão de colar no governador Wilson Martins e defender aliança
com o PSB piauiense nas eleições majoritárias do próximo ano. Já o
deputado federal Assis Carvalho tem diálogo mais fácil com o tucano
Silvio Mendes do que com o governador Wilson Martins. Fontes palacianas
afirmam que o PT está no governo, mas não parece governo.
Visivelmente observado a distancia do PT de Wilson.Na vista a Parnaíba vemos a equipe do PT e aliados assessorando muito bem a ministra Ideli Salvatti .Os políticos de oposição respeitaram os eventos dos ministro da presidenciável Dilma.
veralucia/cidadeverde
veralucia/cidadeverde
Vieram quatro ministros ao Piauí.Prometeram,mas queremos ver ação.
O Piauí já esta cheio de promessas e nenhum ministro vai nos enganar.
O porto de Luís Correia sempre recebe promessas e execução nada.
Se dessa visita onde os ministros receberam pedidos de prefeitos, esperamos que venha bastante verbas.Do contrário a presidente Dilma perderá muitos votos dos piauienses que já estão cansados de promessas.
veralucia
Ministra assegura possibilidade de voos regulares no litoral.
A ministra das Relações
Institucionais, Ideli Salvatti, destacou a necessidade de investimentos
no litoral piauiense e assegurou a possibilidade de voos regulares no
Aeroporto Internacional Prefeito João Silva Filho, em Parnaíba, como
forma de estimular o desenvolvimento.
A
ministra explica que o município foi incluso no Plano da Aviação
Regional, que disponibilizará recursos para melhoria de condições
operacionais.
“No programa de aviação regional, por
um período para incentivar os voos regionais, o município terá subsídio
para as passagens, ou seja, haverá uma parte que será subsidiada pelo
governo federal para estimular o desenvolvimento da aviação regional. Um
país com a dimensão do Brasil é inadmissível que se tenha deixado de
investir durante décadas em ferrovias e que tenhamos ainda uma aviação
regional tão acanhada”, destaca.
Ao
ser questionada sobre os entraves quanto à continuação de obras
estruturantes, como o Porto, localizado no litoral piauiense, a ministra
disse que há uma rígida fiscalização e monitoramento das ações, mas há
uma série de situações que acabam dificultando o andamento destes
projetos.
Ideli Salvatti também condenou a paralisação do “Programa Luz para
todos”. O senador Wellington Dias explica que o projeto foi paralisado
devido a uma exigência que previa, na instalação de cada poste, uma
análise arqueológica.
“Uma exigência que não tem cabimento,
principalmente porque se essa população ficou séculos sem energia
elétrica, não é justo que agora, tendo recursos, tendo a
disponibilidade, a população não possa acessar”, desabafa a ministra.
Em
Parnaíba, a ministra ainda se reunirá com prefeito de Parnaíba,
Florentino Neto, onde serão apresentados alguns projetos a serem
implementados no município nas áreas de mobilidade urbana,
infraestrutura, educação e saúde.
cidadeverde
Ministros vem a Teresina pedir apoio para Dilma e prometem ajuda.
Em Teresina, Fernando Bezerra defende reeleição de Dilma Rousseff
O ministro da Integração Nacional, mesmo sendo filiado ao PSB e do mesmo estado do governador Eduardo Campos, presidente nacional da sigla e que ensaia candidatura de presidente da República em 2014, não pestanejou ao responder indagação de jornalista sobre a melhor estratégia para os governistas na disputa eleitoral do próximo ano: "Ainda acredito na aliança PSB/PT, com apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff", disse Fernando Bezerra, antes da abertura solene de encontro de ministros com prefeitos piauienses, terça-feira,30, em Teresina. Pelo jeito, o ministro segue os irmãos Ciro e Cid Gomes, que sinalizam para o PSB no palanque de Dilma, tendência oposta ao movimento pró-candidatura do governador Eduardo Campos.
Ideli Salvatti vai à Parnaíba e diz que Piauí precisa de mais investimentos
A ministra das relações institucionais
Ideli Salvatti, desembarcou no aeroporto de Parnaíba na tarde desta
terça-feira (30), ela veio acompanhada do senador Wellington Dias (PT),
da deputada estadual Rejane Dias (PT) e federal Paes Landim (PTB) e do
prefeito de Parnaíba, Florentino Neto.
A visita da ministra ao litoral
piauiense, a princípio, serviu para que conhecesse o potencial turístico
da região. Está prevista ainda, uma visita na quinta-feira (2), às
obras habitacionais que estão sendo executadas com recursos do Governo
Federal.
A
ministra disse reconhecer que o Piauí precisa de mais investimentos,
citando os aeroportos do estado e o porto de Luís Correia. “O objetivo
da presidenta Dilma é estreitar as relações dos gestores com o Governo”,
afirmou.
Além
de elencar os pontos deficitários existentes no Piauí, a ministra
declarou que existem problemas que podem ser resolvidos sem que sejam
levados à Brasília, referindo-se às obras do porto de Luís Correia.
O
prefeito de Parnaíba Florentino Neto acredita que o potencial econômico
dos municípios deve reforçar a base de investimentos do governo em toda
a região e que essa é uma ideia defendida por ele por se tratar de um
berço do desenvolvimento do Piauí.
Na
região, obras de saneamento e distribuição de água ainda estão longe de
serem concluídas. Em Parnaíba, por exemplo, a Agespisa vem desde o ano
2008 tentando concluir o serviço de ampliação do esgotamento sanitário. O
senador Wellington Dias atribui a demora nas obras às crises pelas
quais passou a estatal em todo o estado.
cidadeverde
Wilson lamenta morte de garoto e quer descentralização da Eletrobras
O governador Wilson Martins lamentou a morte do menino Ernesto, que
morreu na última terça-feira (30), um dia depois ser eletrocutado ao ser
atingido por fio da rede elétrica, e defendeu a descentralização da
Eletrobras Piauí. O gestor visitou as obras da nova ponte Juscelino
Kubitscheck na manhã desta quarta-feira (1º) e tomou café com os
operários em alusão ao Dia do Trabalhador.
O
governador avaliou como positiva a visita dos quatro ministros ao Piauí
e diz que vários projetos foram agilizados além de firmadas mais obras
para o Estado. Um total de R$ 3 bilhões em recursos estão sendo
investidos em diversas áreas, segundo dados do sistema de
monitoramento.
Foi durante café da manhã no feriado de 1º de maio. O governador e o prefeito visitaram os floristas e o canteiro de obras da nova ponte JK. Na hora do café, Wilson Martins esbanjou gentileza e serviu uma porção de frutas ao prefeito. No prato, o abacaxi chamou atenção dos jornalistas:
- Prefeito, o senhor recebeu acabaxi do governador?
- Sim, mas esse aquí é doce e descascado. Bem diferente do que deixaram no Palácio da Cidade. Reagiu Firmino, em tom de brincadeira e espetada
cidadeverde
Wilson também criticou a postura da
direção da Eletrobras estar situada no Rio de Janeiro e acrescentou que a
presidenta Dilma Rousseff já tem conhecimento dos problemas da empresa
no Estado e que providências devem ser tomadas.
Shopping Natureza
A
obra da construção da nova ponte Kubitscheck deslocou os vendedores que
ficavam sob ela para as margens da avenida Marechal Castelo Branco.
Wilson Martins defendeu que os floristas fiquem neste local. A intenção
dele é que a área se torne um ponto turístico. O governador ganhou uma
orquídea amarela, avaliada em R$120, de Germina Leal, presidente da
Associação dos Floristas e convidou a população a comprar rosas para o
Dia das Mães.
Leal diz que ainda não há consenso
sobre onde ficarão os boxes. “Ainda vamos debater sobre isso. Alguns
floristas querem permanecer e outros voltar para debaixo da ponte.
Estamos num processo de adaptação e vários clientes estão gostando do
novo local”, pontua.
Foi durante café da manhã no feriado de 1º de maio. O governador e o prefeito visitaram os floristas e o canteiro de obras da nova ponte JK. Na hora do café, Wilson Martins esbanjou gentileza e serviu uma porção de frutas ao prefeito. No prato, o abacaxi chamou atenção dos jornalistas:
- Prefeito, o senhor recebeu acabaxi do governador?
- Sim, mas esse aquí é doce e descascado. Bem diferente do que deixaram no Palácio da Cidade. Reagiu Firmino, em tom de brincadeira e espetada
cidadeverde
Firmino muda e já admite Silvio Mendes fora do PSDB
O prefeito Firmino Filho muda e já admite Silvio Mendes fora do PSDB
Assim que surgiu a possibilidade do prefeito Silvio Mendes deixar o
PSDB, o prefeito Firmino Filho reagiu com a seguinte expressão: "O
Silvio não tem motivos para sair do PSDB". Nesta quarta-feira, 01, a
reação do prefeito foi mais branda e não só admitiu a desfiliação de
Silvio Mendes: "Se ocorrer, encaramos com
naturalidade, sem traumas."
Duas condições para Silvio Mendes sair do PSDB
Em conversas informais, o ex-prefeito revelou à coluna dois motivos que justificariam uma mudança de partido, bastante comentada nos últimos meses. A primeira: a saída do PSDB não será negociada, mas ocorrerá sem traumas e desgastes. A segunda: a mudança de partido é associada a uma estratégia de ampla aliança para uma candidatura competitiva de Silvio Mendes ao governo do Estado em 2014. Aí o PP leva vantagem, por exemplo, em relação ao MD, legenda em processo de criação, mas com certa influência do Palácio de Karnak. Já o PP é declaradamente partido de oposição no Estado.
Sílvio Mendes: "Ninguém vence uma eleição descartando apoios e adesões"
Sílvio Mendes falou sobre a possibilidade de concorrer à sucessão de Wilson Martins no palácio da Cidade.
O que falta para o senhor ter certeza sobre uma candidatura ao governo do Piauí?- Eu tenho dúvidas...
E quais são elas?
- Pessoais, profissionais, familiares. Tenho de pensar e refletir muito, monologar para depois conversar com outras pessoas. Tenho, aliás, temos bastante tempo para fazer isso.
O senhor aceitaria apoio que diferem da linha do PSDB?
- Ninguém faz política recusando apoios e descartando adesões. Essa lição nos foi dada pelo maior político piauiense dos últimos tempos, Petrônio Portela.
O senhor vai deixar o ninho tucano?
- Pessoais, profissionais, familiares. Tenho de pensar e refletir muito, monologar para depois conversar com outras pessoas. Tenho, aliás, temos bastante tempo para fazer isso.
O senhor aceitaria apoio que diferem da linha do PSDB?
- Ninguém faz política recusando apoios e descartando adesões. Essa lição nos foi dada pelo maior político piauiense dos últimos tempos, Petrônio Portela.
O senhor vai deixar o ninho tucano?
- Diante da questão de ser ou não candidato – decisão que ainda não tomei - isso é relevante.
Quem, em sua opinião, é o maior líder político do Piauí.
- O governador.Qual sua avaliação dos 100 primeiros dias de Firmino Filho na prefeitura de Teresina?- Ele encontrou a prefeitura com dificuldades. Mas tem competência e experiência para realizar uma administração à altura do que podemos esperar dele.
Quem, em sua opinião, é o maior líder político do Piauí.
- O governador.Qual sua avaliação dos 100 primeiros dias de Firmino Filho na prefeitura de Teresina?- Ele encontrou a prefeitura com dificuldades. Mas tem competência e experiência para realizar uma administração à altura do que podemos esperar dele.
Ciro satisfeito com novo encontro com Sílvio Mendes
Com uma frase, o senador Ciro Nogueira (PP) resumiu o resultado de um encontro com o ex-prefeito Sílvio Mendes (PSDB), no inicio da noite de segunda-feira, 29, em Teresina: "Foi melhor do que eu esperava", disse o senador. Por telefone, Sílvio confirmou o encontro e a possibilidade, cada dia mais real, de mudar de partido. Mas a reunião com Ciro Nogueira ainda não definiu data para a filiação de Sílvio Mendes ao PP.
cidadeverde
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