O primeiro debate do segundo turno das eleições presidenciais, realizado pela Rede Bandeirantes, mostrou, mais uma vez, o que nós já sabíamos. De um lado, uma candidata despreparada, que se utiliza de ataques para justificar seus erros como presidente, e do outro, Aécio Neves, com novas propostas, ideias e planos concretos para mudar um país que não está dando certo.
Aécio falou sobre segurança pública, economia, educação, corrupção na Petrobras, inflação, entre outros temas. Ele garantiu que seu governo vai promover a reconciliação com o futuro, a partir da retomada do crescimento econômico, investindo em segurança e fortalecendo nossa educação e nossa saúde.
Aécio também lembrou o sentimento de mudança, cada vez mais forte nos brasileiros. Todos queremos um Governo transparente, ético e responsável, que saiba conduzir a nação à prosperidade e à desigualdade.
Trago aqui a indignação dos brasileiros e brasileiras com os quais encontro, em toda a parte do Brasil. Sabe qual a palavra que eu mais tenho ouvido? Libertação. Os brasileiros têm me pedido o seguinte: ‘Aécio, nos liberte desse governo do PT. Nós não merecemos tanta irresponsabilidade, tanto descompromisso com a ética e tanta incompetência.’”
Aécio Neves
Os questionamentos de Aécio a Dilma Rousseff acerca da educação, da Petrobras e das manobras eleitorais da Presidente, com ataques mentirosos e debates superficiais sobre o que realmente o Brasil precisa, deixou a candidata petista bastante nervosa.
Em tom de desespero, Dilma falou em mudar o país, como uma oposição de seu próprio governo, que fracassou. Mas, ao mesmo tempo, não admitiu os erros. Sabemos bem que, quem não reconhece seus equívocos, nunca vai optar pela mudança.
O debate promovido pela Band foi o primeiro a permitir um duelo de verdade entre os candidatos que chegaram ao segundo turno. As anotações que se seguem compõem o resumo da ópera.
Aécio Neves é articulado e trata o idioma com carinhoso respeito. Dilma Rousseff tortura a gramática, desfere pontapés na ortografia e não consegue convencer o sujeito a andar de mãos dadas com o predicado.
Provido de uma cabeça sem avarias, ele se expressa com clareza, raciocina com agilidade e lida muito bem com improvisos. Portadora de um cérebro baldio, ela amontoa frases que não fazem sentido porque vivem procurando inutilmente o verbo que sumiu, um adjetivo arredio ou o ponto final que teima em não chegar .
De bem com a vida, Aécio sorri sorri com naturalidade. Amargurada com o que vê no espelho, Dilma é uma carranca prenunciando permanentemente outro chilique e pertence à tribo que não entende a piada.
Aécio quer fazer em escala ampliada o que fez em Minas. Dilma promete fazer o que poderia ter feito nos últimos quatro anos.
Ele diz verdades sem medo. Ela mente mais do que respira, atestam os vídeos abaixo.
Político honrado, o neto de Tancredo Neves ataca de peito aberto a corrupção institucionalizada pelos farsantes no poder. Chefe do governo mais corrupto da história, a melhor amiga de Erenice Guerra faz de conta que jamais tolerou a ladroagem que sempre protegeu.
Comandante da própria campanha, Aécio ouve com atenção as ponderações de parceiros confiáveis mas é sempre ele a última instância. Decide o caminho a percorrer e diz o que pensa. Incapaz de andar com as próprias, Dilma transformou Lula em babá de avó e recita o que ordena o marqueteiro amoral.
Quem assistiu ao debate viu um homem com jeito de presidente e uma mulher com cara de quem desconfia do desemprego iminente. O debate na Band pode ter consumado a demissão.
O PSDB reuniu os partidos aliados do primeiro turno para reafirmarem o apoio à candidatura de Aécio Neves à presidência neste segundo turno. Além de membros do diretório tucano, os deputados eleitos Firmino Paulo (PSDB), Georgiano Neto (PSD), Robert Rios (PDT), Heráclito Fortes (PSD) e o governador Zé Filho.
Em seu discurso, o prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), afirmou que o Piauí precisa seguir "os ventos da mudança" que surgiram no sul e sudeste do país.
"Essa eleição tem se caracterizado por uma grande variação de cenários. Desde de junho de 2013, a população foi às ruas para mostrar sua insatisfação e ao longo da eleição deste ano esse clima voltou a se manifestar em duas grandes ondas: uma com a candidatura da Marina, que caiu nas graças do povo, foi abatida por uma série de ataques; e o outro foi com a ida do Aécio para o segundo turno, onde o povo mostrou que quer mudança. Os ventos da mudança estão batendo em todo o Brasil. É necessário que o Piauí se sintonize a esse clima. O Aécio tem um grande projeto para o Brasil. Ele vai melhorar os programas e trazer o avanço que o povo necessita", disse.
Estiveram presentes representantes do SD, PSC, PSB, Rede, PV, PPS, PSD, além do PSDB. O ex-prefeito Sílvio Mendes criticou a administração petista. "Em nenhum momento achamos que a luta estava perdida. O que me incomoda é que a nossa adversária recebeu 70% dos votos no Estado. Quando Aécio vencer, ele não vai comprar a consciência do povo, como está fazendo o governo que aí está", disse Sílvio.
O governador Zé Filho afirmou que vai "arregaçar" as mangas para eleger Aécio. "Estou aqui para dizer porque o Aécio é o melhor para o Brasil. Estou disposto a fazer o que for possível, dobrar os trabalhos, arregaçar ainda mais as mangas para ter esse novo modelo no poder e não se repetir a votação absurda que a Dilma recebeu no Piauí", disse Zé Filho.
A ex-senadora afirmou que não dá o apoio em troca de acordo ou aliança para governar
A ex-candidata à Presidência da República Marina Silva disse, neste domingo (12), que apoiará o candidato Aécio neves (PSDB) no segundo turno das eleições.
O anuncio da ex-senadora, que recebeu mais de 22 milhões de votos no último dia 5, só aconteceu após o candidato tucano se comprometer formalmente com algumas das bandeiras defendidas por ela.
— Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos.
Marina afirmou ainda que não dá o apoio em troca de “nenhum acordo ou aliança para governar”.
— O que me move é minha consciência e assumo a responsabilidade pelas minhas escolhas.
A ex-candidata citou como base de sua escolha argumentos anunciados por Lula na campanha de 2002, na carta que divulgou ao povo brasileiro.
— Aécio retoma o fio da meada virtuoso e corretamente manifesta-se na forma de um compromisso forte, a exemplo de Lula em 2002, que assumiu compromissos com a manutenção do Plano Real, abrindo diálogo com os setores produtivos.
O PSB, partido pelo qual Marina disputou a eleição deste ano, oficializou o apoio ao tucano na última quarta-feira (8), Apesar disso, a decisão não foi unânime e a executiva estadual do Rio de Janeiro optou pela neutralidade.
Confira a íntegra do posicionamento de Marina Silva
Ontem, em Recife, o candidato Aécio Neves apresentou o documento “Juntos pela Democracia, pela Inclusão Social e pelo Desenvolvimento Sustentável”.
Quero, de início, deixar claro que entendo esse documento como uma carta compromisso com os brasileiros, com a nação.
Rejeito qualquer interpretação de que seja dirigida a mim, em busca de apoio.
Seria um amesquinhamento dos propósitos manifestados por Aécio imaginar que eles se dirigem a uma pessoa e não aos cidadãos e cidadãs brasileiros.
E seria um equívoco absoluto e uma ofensa imaginar que me tomo por detentora de poderes que são do povo ou que poderia vir a ser individualmente destinatária de promessas ou compromissos.
Os compromissos explicitados e assinados por Aécio têm como única destinatária a nação e a ela deve ser dada satisfação sobre seu cumprimento.
E é apenas nessa condição que os avaliei para orientar minha posição neste segundo turno das eleições presidenciais.
Estamos vivendo nestas eleições uma experiência intensa dos desafios da política.
Para mim eles começaram há um ano, quando fiz com Eduardo Campos a aliança que nos trouxe até aqui.
Pela primeira vez, a coligação de partidos se dava exclusivamente por meio de um programa, colocando as soluções para o país acima dos interesses específicos de cada um.
Em curto espaço de tempo, e sofrendo os ataques destrutivos de uma política patrimonialista, atrasada e movida por projetos de poder pelo poder, mantivemos nosso rumo, amadurecemos, fizemos a nova política na prática.
Os partidos de nossa aliança tomaram suas decisões e as anunciaram.
Hoje estou diante de minha decisão como cidadã e como parte do debate que está estabelecido na sociedade brasileira.
Me posicionarei.
Prefiro ser criticada lutando por aquilo que acredito ser o melhor para o Brasil, do que me tornar prisioneira do labirinto da defesa do meu interesse próprio, onde todos os caminhos e portas que percorresse e passasse, só me levariam ao abismo de meus interesses pessoais.
A política para mim não pode ser apenas, como diz Bauman, a arte de prometer as mesmas coisas.
Parodiando-o, eu digo que não pode ser a arte de fazer as mesmas coisas.
Ou seja, as velhas alianças pragmáticas, desqualificadas, sem o suporte de um programa a partir do qual dialogar com a nação.
Vejo no documento assinado por Aécio mais um elo no encadeamento de momentos históricos que fizeram bem ao Brasil e construíram a plataforma sobre a qual nos erguemos nas últimas décadas.
Ao final da presidência de Fernando Henrique Cardoso, a sociedade brasileira demonstrou que queria a alternância de poder, mas não a perda da estabilidade econômica.
E isso foi inequivocamente acatado pelo então candidato da oposição, Lula, num reconhecimento do mérito de seu antecessor e de que precisaria dessas conquistas para levar adiante o seu projeto de governo.
Agora, novamente, temos um momento em que a alternância de poder fará bem ao Brasil, e o que precisa ser reafirmado é o caminho dos avanços sociais, mas com gestão competente do Estado e com estabilidade econômica, agora abalada com a volta da inflação e a insegurança trazida pelo desmantelamento de importantes instituições públicas.
Aécio retoma o fio da meada virtuoso e corretamente manifesta-se na forma de um compromisso forte, a exemplo de Lula em 2002, que assumiu compromissos com a manutenção do Plano Real, abrindo diálogo com os setores produtivos.
Doze anos depois, temos um passo adiante, uma segunda carta aos brasileiros, intitulada: “Juntos pela democracia, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável”.
Destaco os compromissos que me parecem cruciais na carta de Aécio:
— O respeito aos valores democráticos, a ampliação dos espaços de exercício da democracia e o resgate das instituições de Estado.
— A valorização da diversidade sociocultural brasileira e o combate a toda forma de discriminação.
— A reforma política, a começar pelo fim da reeleição para cargos executivos, que tem sido fonte de corrupção e mau uso das instituições de Estado.
— Sermos capazes de entender que, no mundo atual, a ampliação da participação popular no processo deliberativo, através da utilização das redes sociais, de conselhos e das audiências públicas sobre temas importantes, não se choca com os princípios da democracia representativa, que têm que ser preservados.
— Compromissos sociais avançados com a Educação, a Saúde, a Reforma Agrária.
— Prevenção frente a vulnerabilidade da juventude, rejeitando a prevalência da ótica da punição.
Lei para o Bolsa Família, transformando-o em programa de Estado
— Compromissos socioambientais de desmatamento zero, políticas corretas de Unidades de Conservação, trato adequado da questão energética, com diversificação de fontes e geração distribuída.
— Inédita determinação de preparar o país para enfrentar as mudanças climáticas e fazer a transição para uma economia de baixo carbono, assumindo protagonismo global nessa área.
— Manutenção das conquistas e compromisso de assegurar os direitos indígenas, de comunidades quilombolas e outras populações tradicionais. Manutenção da prerrogativa do Poder Executivo na demarcação de Terras indígenas
— Compromissos com as bases constitucionais da federação, fortalecendo estados e municípios e colocando o desenvolvimento regional como eixo central da discussão do Pacto Federativo.
Finalmente, destaco e apoio o apelo à união do Brasil e à busca de consenso para construir uma sociedade mais justa, democrática, decente e sustentável.
Entendo que os compromissos assumidos por Aécio são a base sobre a qual o pais pode dialogar de maneira saudável sobre seu presente e seu futuro.
É preciso, e faço um apelo enfático nesse sentido, que saiamos do território da política destrutiva para conseguir ver com clareza os temas estratégicos para o desenvolvimento do país e com tranquilidade para debatê-los tendo como horizonte o bem comum.
Não podemos mais continuar apostando no ódio, na calúnia e na desconstrução de pessoas e propostas apenas pela disputa de poder que dividem o Brasil.
O preço a pagar por isso é muito caro: é a estagnação do Brasil, com a retirada da ética das relações políticas.
É a substituição da diversidade pelo estigma, é a substituição da identidade nacional pela identidade partidária raivosa e vingativa.
É ferir de morte a democracia.
Chegou o momento de interromper esse caminho suicida e apostar, mais uma vez, na alternância de poder sob a batuta da sociedade, dos interesses do País e do bem comum.
É com esse sentimento que, tendo em vista os compromissos assumidos por Aécio Neves, declaro meu voto e meu apoio neste segundo turno.
Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos.
Faço esta declaração como cidadã brasileira independente que continuará livre e coerentemente, suas lutas e batalhas no caminho que escolheu.
Não estou com isso fazendo nenhum acordo ou aliança para governar.
O que me move é minha consciência e assumo a responsabilidade pelas minhas escolhas
Marina apoia Aécio Neves:
PSB apoia Aécio Neves:
PSB PIAUÍ apoia Aécio Neves:
Familia de Eduardo Campos apoia Aécio Neves:
Famosos apoiam Aécio
Igreja apoia Aécio Neves:
Pastor Malafaia com Aecio
Padre Marcelo com Aécio Neves:
Joaquim Barbosa com Aécio Neves:
Polícia Federal com Aécio!
O BRASIL INTEIRO COM AÉCIO NEVES.TODOS QUEREM MUDANÇA!
Elmano Férrer, do PTB, foi eleito neste domingo (5) senador do Piauí para os próximos oito anos. Com 100% das urnas apuradas, o ex-prefeito de Teresina recebeu 981.219 votos – o que representa 62,29% dos votos válidos. O petebista derrotou o ex-governador Wilson Martins, do PSB, principal adversário, que recebeu 562.615 – o que representa 35,72%. (confira a apuração completa).
O vereador Rodrigo Martins é presidente do Diretório Municipal do PSB, em Teresina, e foi reeleito com 7.408 votos, o 3º candidato mais votado na capital e o primeiro da sigla.
Filho de Luiz e Evanil Martins, Rodrigo Rodrigues de Souza Martins nasceu em Teresina no dia 02 de agosto de 1982. Caçula de uma família de três irmãos, Rodrigo é casado com Sâmya Karolyne Barros Lavor Martins, com quem teve a filha Maria Luiza, de 5 anos, e é pai de Ana Maria.
Rodrigo fez Ensino Fundamental no Colégio Sagrado Coração de Jesus, entre os anos de 1989 e 1993. Um ano depois, passa a estudar na Escola Dom Bosco onde cursou também o Ensino Médio no período de 1994 a 1996. Desde cedo, atuava como presidente de turma nas duas unidades de ensino.
Em 2001, ele ingressa no curso de Bacharelado em Odontologia na Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas do Piauí, Novafapi, e finaliza a graduação quatro anos depois. Na Instituição, Rodrigo foi líder estudantil e fundou o Centro Acadêmico do curso de Odontologia, onde exerceu o cargo de presidente por quatro mandatos. À época, apresentou inúmeros trabalhados acadêmicos, que foram premiados em congressos importantes na área. Ainda na graduação, torna-se estagiário no Hospital Getúlio Vargas e no Centro Social Pedro Arrupe, em 2004 e 2005.
Em seguida, investiu na Pós-Graduação: Concluiu Especialização em Periodontia e Aperfeiçoamento em Prótese Fixa e Especialização em Implantodontia, todos pela Associação Brasileira de Odontologia, a ABO. Rodrigo chegou a iniciar Mestrado na Faculdade São Leopoldo Mandic, em Campinas-SP, na área de Radiologia Dento-Facial e Estomatologia. Rodrigo Martins também foi presidente do Sindicato dos Odontologistas do Estado do Piauí, de 2006 a 2008.
Como dentista, atuou na Equipe de Saúde Bucal da cidade de José de Freitas-PI, entre 2006 e 2007; foi substituto da Equipe de Saúde Bucal de Teresina, em 2006, e é dentista concursado da Equipe de Saúde Bucal da cidade de União – PI, função na qual está licenciado e sem vencimentos, desde 2008. Atualmente, exerce a profissão em consultório próprio, no centro da capital.
Na política, Rodrigo Martins iniciou muito cedo, em movimentos estudantis. Sobrinho do atual governador Wilson Martins e coordenador da campanha do tio em Teresina nas últimas eleições estaduais, foi eleito vereador de Teresina pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), com 5.636 votos para o período de 2008 a 2012. À época, o mais votado do partido, onde exercia o cargo de vice-presidente da executiva municipal.
Em seu primeiro mandato, Rodrigo Martins foi o parlamentar mais jovem da Câmara Municipal de Teresina. Líder do partido na Casa, ele presidiu as comissões de Ética e Decoro Urbanismo e de Transportes, além de ser considerado pelos colegas um articulador dentro da Casa e que mantém um bom relacionamento com os demais parlamentares e o executivo municipal.
Projetos de Lei importantes: Proíbe funcionamento de equipamentos de som automotivo, popularmente conhecidos como “paredões”; Impede estabelecimentos comerciais de cobrarem taxa por emissão de boleto bancário; Obriga a administração pública municipal a cobrir quadras poliesportivas; Institui obrigatoriedade de empresas de criarem cota para jovens de até 22 anos; Estabelece que o Executivo adquira e distribua kit de higiene bucal na farmácia básica; Determina capacitar e orientar servidores de escolas públicas a prestarem primeiros socorros entre outros.
Atuação parlamentar: Lutou pela convocação dos concursados da Prefeitura; Votou contra o reajuste salarial dos professores concedido pelo Executivo, que não atendia os interesses da categoria; Realizou levantamento sobre descaso da PMT com campos e quadras poliesportivas da cidade em 2012; Encabeçou a luta pela aprovação do PCCS de diversas categorias; Solicitou pavimentação asfáltica e poliédrica em vias de todas as zonas da cidade; Fiscalizou as condições de postos de saúde e hospitais públicos municipais entre outros.
Agora Rodrigo Martins quer representar o Piauí na Câmara Federal e espera contar com o povo do Piauí.
Jorge Selarón (Limache, Chile, 1947 — Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 2013)1 foi um pintor e ceramista autodidata chileno radicado na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Ele foi o autor de muitas obras que decoram os bairros cariocas da Lapa e de Santa Teresa.
ENTREVISTA COM SELARON
Passou por mais de cinquenta países até decidir que viveria no Brasil. Sua maior e mais conhecida obra está na Rua Manoel Carneiro, no bairro de Santa Teresa: é a "Escadaria do Convento de Santa Teresa" (também conhecida como "Escadaria do Selarón"), que liga a Rua Joaquim Silva, no bairro da Lapa, à Ladeira de Santa Teresa, no bairro de Santa Teresa. Após fixar residência junto à escadaria, em 1990, Selarón, inicialmente, instalou uma série de banheiras ajardinadas nas calçadas, que foram, subsequentemente, pintadas e adornadas com azulejos. A partir de 1994, sobre a pintura verde-amarela com que os moradores decoraram a escadaria para a copa do mundo de futebol de 1994, Selarón passou a azulejar os degraus. Trabalhando solitário e contando apenas com o rendimento obtido com a renda de seus quadros e eventuais doações de moradores, com dificuldade atingiu sua meta de ter os 215 degraus e 125 metros da escadaria concluídos antes do ano 2000.
A GRANDE LOUCURA:
Após esta data, com renda gradativamente aumentada devido à crescente inclusão da escadaria nos roteiros turísticos, pôde dedicar-se à ornamentação das calçadas laterais e realizar inúmeras modificações, em coerência com sua concepção da escadaria como obra de arte mutante 2 . Para isto, contou também com azulejos remetidos por fãs do mundo inteiro, chegando ter a mais de 2 000 azulejos diferentes, provenientes de mais de sessenta países.No ano de 2003 os diretores José Roberto Mesquita e Renata Brito realizaram o primeiro filme sobre o artista. Um média-metragem intitulado "Selarón - A Grande Loucura" que se encontra disponível integralmente no YOUTUBE onde o artista relata momentos de sua vida. O filme teve grande repercussão e proporcionou a ida de Selarón ao talkie-show "Programa do Jô" (também disponível no YOUTUBE). Selarón- A Grande Loucura foi exibido no Cine-Cachaça no Cinema Odeon (RJ), Programa Curta Brasil (TVE) da pesquisadora Ivana Bentes, e agraciado com um prêmio no Cinecufa (2009) no Centro Cultural Banco do Brasil dentre outros festivais pelo mundo. O artista Selarón teve igualmente, condições de realizar grandes acréscimos, como a pirâmide de banheiras, do lado direito da entrada da escadaria, em 2005 e 2006, e a calçada ao início da Ladeira de Santa Teresa, ao pé dos Arcos da Lapa, em 2007. Esta última obra foi interrompida após protestos de que estaria interferindo com o monumento histórico, e acabou sendo demolida pela prefeitura em 2012.
Em 2010, concluiu a imponente bandeira na parte alta da escadaria, na esquina da Rua Pinto Martins. As muretas frontais das residências da escadaria foram executadas em épocas diferentes, de acordo com a solicitação ou permissão de seus proprietários. Segundo o artista, ele só conseguiu se manter financeiramente e prosseguir com sua grande obra pintando e vendendo mais de 25 000 quadros, quase sempre com um tema motivado por um problema pessoal: o tema da mulher negra grávida. A famosa escadaria já correu o mundo: ora como tema principal para reportagens de revistas e programas de televisão do mundo todo, ora servindo de palco para videoclipes, campanhas publicitárias e até para fotos de uma edição da revista Playboy estadunidense.
Morte[editar | editar código-fonte]
O pintor foi encontrado morto na Escadaria do Convento de Santa Teresa na manhã do dia 10 de janeiro de 2013. O corpo queimado do artista estava junto a uma lata de thinner. Em novembro do ano anterior, Selarón havia denunciado à polícia que vinha sendo ameaçado de morte por um ex-colaborador de seu ateliê, Paulo Sérgio Rabello, que queria obrigá-lo a ceder os rendimentos obtidos com a venda de quadros. Por conta disso, nos últimos meses, ele andava muito triste e vivia trancado em casa. Em depoimento gravado para um documentário feito em 2010 pelo cineasta Stephano Loyo, o artista havia declarado que a escadaria só ficaria pronta no dia de sua morte, quando ele se tornaria a própria escadaria e, desse modo, se eternizaria3 .